Além da mídia social

Twitter, Facebook, Google + e LinkedIn: cada rede social no seu quadrado

Nos últimos dias resolvi rever o meu uso das ferramentas digitais, pois notei que o tempo está cada vez mais escasso e o número de conexões interpessoais está aumentando, logo, em algum momento escolhas devem ser feitas. Como qualquer profissional de comunicação, tenho perfis em redes sociais como Google +, Facebook e LinkedIn, possuindo também um perfil no Twitter.

Repare que tratei o Twitter separado dos demais, muita gente confunde ele com rede social, quando se trata de uma ferramenta de microblog, tendo seu uso, características e finalidade diferente dos demais citados. Já escrevi anteriormente sobre uso de Facebook e Twitter corporativo.

Tempo disponível: conteúdo relevante vs interação social vs interação profissional

Minhas escolhas começaram por ele. Notei que estava seguindo, em meu perfil pessoal, um número muito grande de pessoas que não tem afinidade de conteúdo com assuntos de meu interesse. Em resumo, por desconhecer a natureza da ferramenta acabei assinando as atualizações de colegas e amigos, sem que o conteúdos destes tenha alguma relevância para meu uso cotidiano.

O que aconteceu? No pouco tempo que tenho, ao olhar a minha aba de atualizações no celular, passei a ter dificuldade para encontrar algo realmente interessante de acordo com minha expectativa.

Comecei então a um processo de readequação do uso, removendo assinaturas de qualquer um que não agregue conteúdo por mais proximidade que eu tenha com a pessoa.

Minha rede de amizades é muito mais diversificada do que minhas áreas de trabalho que consistem em marketing, comunicação e política, portanto, não faz o menor sentido fazer uso social de uma ferramenta com característica nativa de broadcast (comunicação em massa).

Segmentando o uso das ferramentas

Amigos e colegas serão adicionados no Facebook e Google +, redes sociais próprias para esse tipo de relacionamento. Enquanto uso o Facebook ou outro similar faz sentido saber o que a pessoa está fazendo ou algo que ela queira compartilhar comigo, pois, de alguma forma, estamos unidos por um laço social.

No LinkedIn ficam meus colegas e parceiros de trabalho, pessoas com quem tenho menos proximidade, mas que tem alguma relação profissional ou conteúdo relevante.

Com certeza pessoas não entenderão direito o porque ganharam o tão temido “unfollow”, alguns levarão para o campo pessoal, outros enxergarão uma oportunidade de parar de seguir meu perfil como forma de reprimenda “social”, acredito também que haverá quem não dê a menor importância.

O fato é que não é nada pessoal, só uma forma mais inteligente de usar ferramenta e continuar tendo tempo para promover interações legítimas e com qualidade. Comunicação segmentada para grupos distintos.

Até mais!

Ah, caso eu me encaixe nas suas segmentações, me adicione na ferramenta correspondente:

LinkedIn: http://br.linkedin.com/in/marcelovitorino

Facebook (perfil pessoal): https://www.facebook.com/marcelo.urso.vitorino

Facebook (fanpage corporativa): http://facebook.com/vitorino.marcelo

Google+https://plus.google.com/u/0/+MarceloVitorino/

Twitter: http://twitter.com/mvitorino_

Obs. O Facebook disponibilizou uma ferramenta bem interessante para qualificar “amigos” que você pouco interage como “conhecidos”.

Marcelo Vitorino

Marcelo Vitorino

Flipboard

Professor na ESPM e consultor de comunicação e marketing digital, Marcelo Vitorino reúne experiência no marketing corporativo, eleitoral, institucional e político

leia mais

Mais artigos do autor:

agência de midia social Leia mais

25 de março de 2015

Marcelo Vitorino

As empresas estão muito mal servidas de agência de mídia social. Descubra se a que você escolheu é sem vergonha ou tem entrega profissional.

o que esperar das campanhas eleitorais em 2018 Leia mais

18 de dezembro de 2016

Marcelo Vitorino

O marketing político tradicional não impacta mais os eleitores como antes. Será preciso apostar no marketing digital e na mobilização da militância. Leia!

Artigos Relacionados:

Leia mais

11 de maio de 2017

Fred Perillo

Com partido fraco e pouca força nas ruas, Maurício Macri foi eleito presidente da Argentina através do marketing político digital. Quais os seus segredos?

comunicacao política Leia mais

09 de maio de 2017

Marcelo Vitorino

A internet levou é ambiente fértil para disseminação de conteúdo, tanto propositivos quanto depreciativos. Como os políticos podem planejar suas ações?